Data e Hora
Sexta-Feira, 04/Abril/2025

Atacante do Cienciano prega respeito ao ‘cheio de estrelas’ Atlético-MG, mas alerta: ‘São favoritos, mas…’

O Atlético-MG inicia a busca por um título inédito nesta terça-feira (1º) em visita ao Cienciano, em Cusco, no Peru, pela primeira rodada do Grupo H da CONMEBOL Sul-Americana, com transmissão ao vivo do Disney+. O Galo ganhou por duas vezes a Copa CONMEBOL, “precursora” d’A Grande Conquista, em 1992 e 1997.

Já “El Papá de América” é o único clube peruano a ser campeão continental: venceu a segunda edição da Sul-Americana em 2003, em uma campanha histórica na qual eliminou Universidad Católica (CHI), Santos e Atlético Nacional antes de derrotar o River Plate na decisão. No ano seguinte, na Recopa, vitória sobre o Boca Juniors.

Por isso, disputar a competição faz a torcida em Cusco sonhar com outro feito daqueles!

“Há muitíssima expectativa na cidade, só se fala da Copa Sul-Americana. Tenho certeza que no primeiro jogo o estádio estará abarrotado com 25 mil pessoas. Por tudo o que representa a Sul-Americana, pelo rival que teremos pela frente, a expectativa é alta, grande, a exigência é ainda maior, mas esperamos dar um bom espetáculo para que as pessoas desfrutem”, disse Carlos Garcés, atacante do Cienciano, em entrevista à ESPN.

“Respeitamos muito o Atlético, é o atual vice-campeão da Libertadores, tem um elenco cheio de estrelas, de muito peso, de seleção. Tem Alan Franco, que o conheço da seleção do meu país, e claro sua máxima referência, Hulk, que é um jogador de muito peso. Tem um número de jogadores de renome, claro que são favoritos, mas os respeitamos até aí”.

“Depois, dentro no campo, serão 11 contra 11, e vamos para a batalha. Somos conscientes do peso que tem o Atlético, mas também somos conscientes que somos uma equipe grande, que podemos sair para propor o jogo e buscar um bom resultado”, detalhou.

O experiente equatoriano de 35 anos é um dos destaques do time cusquenho, que o abraçou em 2023 quando vivia na reserva do 9 de Octubre.

“Estou feliz, em uma cidade muito bonita. O Cienciano me deu uma oportunidade que aproveitei muito bem. Eu vinha jogando pouco no Equador e surgiu a oportunidade de vir para o Cienciano. Avaliei, pensei, é um clube muito grande no Peru, e me dei muito bem, fiz muitos gols, estamos felizes aqui e conectados a este clube. Agora temos uma linda oportunidade de jogar um torneio internacional”, contou.

O Cienciano, atualmente, está na 14ª colocação do Campeonato Peruano, tendo vencido apenas um de cinco jogos até agora. Garcés admitiu, porém, que a Sul-Americana é o objetivo neste início de temporada, com o clube investindo em nomes de peso sob a batuta do técnico Cristian Díaz.

O Atlético que se cuide…

“Não começamos tão bem o campeonato local, mas temos um grande elenco, de muito peso, de muito nome, com jogadores de muita experiência, e sobretudo uma grande comissão técnica, de qualidade superior, que trabalha muito bem para os jogos”, falou.

“Com certeza vão encontrar um Cienciano para o jogo contra o Atlético muito agressivo, especialmente jogando em casa somos muito agressivos. Gostamos de jogar com a bola, pressionar muito o rival, sobretudo aqui, e creio que são virtudes desta equipe que não quer apenas participar da Sul-Americana”.

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“Vamos jogá-la, porque sabemos que temos um grande elenco e temos uma grande chance de avançar às oitavas, que é a meta que traçamos. Sabemos que temos um grupo complicado, mas temos que focar no que vamos fazer e apresentar neste início de torneio”, afirmou o atacante.

A altitude de 3.400 metros de Cusco é um fator preponderante para que o Cienciano seja forte atuando no estádio Inca Garcilaso de la Vega.

“Somos conscientes de que temos que atuar diferente em nossa casa, que somos fortes aqui, porque somos um time intenso e temos que aproveitar o tema da altitude, como te dizia, eu sei o que custa. Muita gente fala que é um mito, que é psicológico, mas não”, alertou Carlos Garcés.

“Para mim, pelo menos, eu já tinha jogado na altitude no meu país e durante os anos eu precisava de um tempo para adaptação. Também sabemos que depende do que nós vamos propor, mas seguramente tentaremos tirar o máximo proveito”.

www.espn.com.br – FUTEBOL

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