“Que todos vão, que não fique nem um, nem um só”. Foi isso o que ecoou em La Bombonera após a eliminação do Boca Juniors na 2ª fase preliminar da CONMEBOL Libertadores.
A equipe caiu nos pênaltis diante do Alianza Lima, do Peru, e deu adeus à competição.
No jogo de ida, os peruanos haviam vencido por 1 a 0. Na volta, em Buenos Aires, vitória dos xeneizes por 2 a 1, o que levou a decisão para os pênaltis, onde os argentinos acabaram derrotados por 5 a 4.
Logo após o apito final, os protestos de torcedores tomaram a noite no estádio do Boca, com o pedido de uma “limpa geral” no elenco diante do vexame na Libertadores.
O tradicional jornal esportivo Olé repercutiu a queda do time comandado por Fernando Gago, classificando o resultado como “um fracasso”.
“Uma derrota inevitável diante do planejamento e execução de 180 minutos em que o Boca foi uma alma penada, primeiro tentando sair vivo do jogo de ida no Peru e sofrendo o contexto de extrema pressão no jogo de volta em sua casa: um verdadeiro caldeirão que foi aceso na preparação, dando um clima de final a uma partida que encerrou uma eliminatória muito distante daquelas que definem alguma coisa”, publicou o Olé.
“Uma eliminatória que ficará para a história porque jogará o clube em um verdadeiro vazio, um lugar inusitado no qual ele terá que se contentar em jogar apenas jogos locais ao longo de 2025”.
Na próxima fase, a equipe de Lima vai encarar o Deportes Iquique, do Chile, que eliminou o Santa Fe após vitória nos pênaltis por 2 a 1.